Pra Ser Sincero
(Humberto Gessinger - Augusto Licks)
Warner Chappell
Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação,
Beijos sem paixão, crimes sem castigo,
Aperto de mãos apenas bons amigos...

Pra ser sincero eu não espero que você minta
Não se sinta capaz de enganar
Quem não engana a si mesmo

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos

Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação,
Beijos sem paixão, crimes sem castigo,
Aperto de mãos, apenas bons amigos...

Pra ser sincero não espero que você me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo

Um dia desses, num desses encontros casuais
Talvez a gente se encontre,
Talvez a gente encontre explicação

Um dia desses num desses encontros casuais
Talvez eu diga, minha amiga,
Pra ser sincero... prazer em vê-la
Até mais...(até mais)

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos
Originalmente gravada em 1990 no CD O Papa é Pop
Somos Quem Podemos Ser
(Gessinger)
Warner Chappell
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção

E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
(Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração)

A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez

"Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter"

Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem esta prisão

E tudo ficou tão claro
O que era raro ficou comum
(Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum)

A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez

"Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter"

Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem esta prisão

"Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem"

"Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter"
Gravada originalmente em 1987 no CD Ouça o Que Eu Digo, Não Ouça Ninguém
Parabólica
(Humberto Gessinger - Augusto Licks)
Warner Chappell
Ela para e fica ali parada
Olha assim para nada, diz Paraná
Fica parecida, Paraguaia
Para-raios em dia de sol para mim
Prenda minha parabólica, princesinha parabólica
O pecado mora ao lado e o paraíso,
Ele paira no ar
Pecados no paraíso

Se a TV estiver fora do ar
Quando passarem os melhores momentos da sua vida
Pela janela alguem estará de olho em você, completamente paranóico
Prenda minha parabólica, princesinha parabólica
Paralelas que se cruzam em Belém do Pará
Longe, longe, longe, aqui do lado
Paradoxo nada nos separa
Eu paro e fico aqui parado
Olho assim para longe
A distância não separabólica
Originalmente gravada em 1992 no CD Gessinger, Licks e Maltz
Pose (Anos 90)
(Humberto Gessinger)
Warner Chappell
Vamos passear depois do tiroteio
Vamos dançar num cemitério de automóveis
Colher as flores que nascerem no asfalto
Vamos todo mundo... tudo que se possa imaginar

Vamos duvidar de tudo que é certo
Vamos namorar à luz do pólo petroquímico
Voltar pra casa num navio fantasma
Vamos todo mundo... ninguém pode faltar

Se faltar calor, a gente esquenta
Se ficar pequeno, a gente aumenta
Se não for possível, a gente tenta
Vamos ficar acima, velejar no mar de lama
Se faltar o vento, a gente inventa
Vamos esquecer o dia da semana
Tem que ser agora anos 90.

Vamos remar contra a corrente
Desafinar do coro dos contentes

Se não for possível
Se não for importante
Mesmo assim a gente tenta.

Não é pose, não é positivismo
Quanto pior, pior
Não é pose, não passará
Não passaremos por isso

Tô fora voodoo, ranso, baixo astral
Eu não vou perder meu tempo brincando de ser mal
Não vou viver pra sempre nem morrer a toda hora
Como rasgos pré-fabricados num novo velho blue jeans.

Morte anunciada, direitos autorais
Pela tv à cabo uma baleia acaba de nascer
Nascer pode ser uma passagem violenta
O futuro se põe
O passado não se agüenta.
Oooo... oooo.

Meninos e engenhos
Santa ingenuidade
Santíssima trindade: sexo, drogas, rock'n roll.
Oooo.ooo...

É pura pose, faz qualquer coisa
E o pior não é isso
É pura pose, posteridade
E o pior não é isso

Vamos passear depois do tiroteio
Vamos dançar num cemitério de automóveis
Vamos duvidar de tudo que é certo
Vamos namorar à luz do pólo petroquímico.

Lalarala...
Lalarala.
Laralala...
Laralala...
Laralala.

Vamos remar contra a corrente
Desafinar do coro dos contentes
Vamos ficar acima, velejar no mar de lama
Vamos esquecer o dia-a-dia, o dia-a-dia.aaa
Originalmente gravada em 1992 no CD Gessinger, Licks e Maltz
Infinita Highway
(Humberto Gessinger)
Warner Chappell
Você me faz correr demais os riscos dessa Highway
Você me faz correr atrás do horizonte dessa Highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto,
Deserta Highway

Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir.

Não queremos ter o que não temos...
Nós só queremos viver
Sem motivos, nem objetivos,
Estamos vivos e isso é tudo.

É sobretudo a lei da Infinita Highway.

Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo dessa estrada.
Olhe só, vê você.

Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor.
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E à noite eu acordava banhado em suor

Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que sabemos
Não queremos nem saber

Sem motivos, nem objetivos.
Estamos vivos e é só

Só obedecemos à lei da Infinita Highway

Escute, garota, o vento canta uma canção.
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota, será a estrada uma prisão?
Eu acho que sim, você finge que não.

Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre.
Se tanta gente vive sem ter como viver

Estamos sós e nenhum de nós
sabe onde quer chegar
Estamos vivos, sem motivos.
Que motivos temos pra estar?

Atrás de palavras escondidas
nas entrelinhas do horizonte dessa Highway

Silenciosa Highway

Eu vejo o horizonte trêmulo,
Eu tenho os olhos úmidos.
Eu posso estar completamente enganado
Eu posso estar correndo pro lado errado

Mas a dúvida é o preço da pureza
E é inútil ter certeza

Eu vejo as placas dizendo não corra,
não morra, não fume.
Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes

A minha vida é tão confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute, garota, façamos um trato.
Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato

Eu posso ser um Beatle, um beatnik ou um bitolado.
Mas eu não sou ator, eu não to à toa do teu lado.
Por isso garota, façamos um pacto
De não usar a Highway pra causar impacto.

Cento e dez, cento e vinte, cento e sessenta
Só pra ver até quando o motor agüenta.
Na boca em vez de um beijo um chicle de menta
E a sombra do sorriso que eu deixei
Numa das curvas da Highway
Originalmente gravada em 1987 no CD A Revolta dos Dândis
Muros e Grades
(Humberto Gessinger - Augusto Licks)
Warner Chappell
Nas grandes cidades. no pequeno dia-a-dia
O medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Nas grandes cidades, de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido

Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre as sombras
Entre as sobras
da nossa escassez
Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre cobras
Entre escombros
Da nossa solidez

Nas grandes cidades, de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal
Levamos uma vida que não nos leva a nada
Levamos muito tempo pra descobrir
Que não é por aí. não é por nada não
Não, não pode ser. é claro que não é
? SERÁ?
Meninos de rua, delírios de ruína
Violência nua e crua, verdade clandestina
Delírios de ruína, delitos & delícias
A violência travestida faz seu trottoir
Em armas de brinquedo, medo de brincar
Em anúncios luminosos, lâminas de barbear

Viver assim é um absurdo (como outro qualquer)
Como tentar o suicídio (ou amar uma mulher)
Viver assim é um absurdo (como outro quaquer)
Como lutar pelo puder (lutar como puder)
Originalmente gravada em 1991 no CD Várias Variáveis
Terra de Gigantes
(Humberto Gessinger)
Warner Chappell
Hey mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo
Que eu queria ter

Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer

Hey mãe!
Tem uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais,
Não querem nem saber
Pois agora, lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas
de qualquer lugar

Nessa terra de gigantes
Vocês ja ouviram tudo isso antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

As revistas, as revoltas, as conquistas
Da juventude são heranças
São motivos pras mudanças de atitude
Os discos, as danças, os riscos
Da juventude
A cara limpa, a roupa suja
Esperando que o tempo mude

Nessa terra de gigantes
Tudo isso já foi dito antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe!
Eu já não esquento a cabeça
Durante muito tempo
Isso era só o que eu podia fazer
Mas, hey hey mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre alguma coisa que a gente
não pode entender
Por isso, mãe
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora,
Todo mundo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas...

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

E nessa terra de gigantes
Eu sei já ouvimos, tudo isso antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerante

Hey mãe... Hey mãe
Originalmente gravada em 1987 no CD A Revolta dos Dândis
Piano Bar
(Humberto Gessinger)
Warner Chappell
O que você me pede eu não posso fazer
Assim você me perde, eu perco você
Como um barco perde o rumo
Como uma árvore no outono perde a cor

O que você não pode eu não vou te pedir
O que você não quer... eu não quero insistir
Diga a verdade, doa a quem doer
Doe sangue e me dê seu telefone

Todos os dias eu venho ao mesmo lugar
Às vezes fica longe, impossível de encontrar
Mas, quando o neon é bom
Toda noite é noite de luar

No táxi que me trouxe até aqui
O Irinelson ma dava razão
As últimas do esporte, hora certa
Crime e religião
Na verdade
Nada é uma palavra esperando tradução

Toda vez que falta luz
Toda vez que algo nos falta
O invisível nos salta aos olhos
Um salto no escuro da piscina

O fogo ilumina muito
Por muito pouco tempo
Em muito pouco tempo o fogo apaga tudo
Tudo um dia vira luz
Toda vez que falta luz
O invisível nos salta aos olhos

Ontem à noite eu conheci uma guria
Já era tarde, era quase dia
Era o princípio
Num precipício era o meu corpo que caia

Ontem à noite, a noite tava fria
Tudo queimava, nada aquecia
Ela apareceu, parecia tão sozinha
Parecia que era minha aquela solidão

Ontem à noite eu conheci uma guria
Que eu já conhecia de outros carnavais
Com outras fantasias
Ela apareceu, parecia tão sozinha
Parecia que era minha aquela solidão

No início era um precipício
(um corpo que caía)
Depois virou um vício
Foi tão difícil acordar no outro dia
Ela apareceu, parecia tão sozinha
Parecia que era minha aquela solidão
Originalmente gravada em 1991 no CD Várias Variáveis
Sopa de Letrinhas
(Humberto Gessinger - Marcelo Fagundes)
Warner Chappell
Nosso amor é nazifascista
Você se esconde, eu sigo a tua pista
Eu fico sozinho, mas não fico em paz
Eu volto pra casa, você volta atrás

Nosso amor é medieval
É como uma pedra em vidro de catedral
Ontem á noite, eu tive um sonho exótico
Nós dois por aí, transando sexo gótico

Eu fico sozinho, teu bejo me arranha
Um estranho no ninho, ninguém estranha

Nosso amor é uma abobrinha
Eu escrevo teu nome numa sopa de letrinhas
Eu fico sonhando em ser astronauta
Eu olho pra lua e sinto a tua falta

Nosso amor é pós-moderno
Eu quero que você se aqueça nesse inverno
Tenho andado aéreo como tropas minhas no ataque
Fim de noite, fim de mundo lá no fundo do conhaque


Eu fico sozinho, teu bejo me arranha
Um estranho no ninho, ninguém estranha
Nosso amor é nazifascista
Eu tento Fugir, você me conquista
Eu fico sozinho, mas não fico em paz
Eu volto pra casa, você volta atrás
Originalmente gravada em 1986 no CD Longe Demais das Capitais
Segurança
(Humberto Gessinger)
Warner Chappell
Você precisa de alguém que te dê segurança
Senão você dança, senão você dança
Ele era o tal, cheio de moral, "bon vivant"
Parecia um galã, usando óculos "Ray ban"
(Don Juan)
Corria em Tarumã, combateu no vietnã
(RA TA TA TA)
Vestia "Yves Saint-Laurent"
(Pierre Cardin)
Você precisa de alguém que te dê segurança
Senão você dança, senão você dança
Ele era o tal, cheio de moral, fascinava você
Tinha um Puma-GT com vidro fumê
Tinhasauna no ap, só pra você (pode crer)
Lutava Karatê como nos filmes de TV
Você precisa de alguém que te dê segurança
Senão você dança, senão você dança
O que mais me impressiona é que tudo nasceu
Numa carona que ele te deu
O que mais me emociona é que tudo se deu
Num banco traseiro de um Alfa Romeo
Você precisa de alguém que te dê segurança
Senão você dança, senão você se cansa e dança
Originalmente gravada em 1986 no CD Longe Demais das Capitais
Até O Fim
(Humberto Gessinger)
Universal Music Publishing
Não vim até aqui pra desistir agora
Entendo você, se você quiser ir embora
Não vai ser a primeira vez nas últimas 24 horas

Mas eu não vim até aqui pra desistir agora
Minhas raízes estão no ar
Minha casa é qualquer lugar
Se depender de mim eu vou até o fim

Voando sem instrumentos
Ao sabor do vento
Se depender de mim eu vou até o fim
Até o fim

Não vim até aqui pra desistir agora
Entendo você, se você quiser ir embora
Não vai ser a primeira vez em menos de 24 horas

A ilha não se curva noite a dentro, a vida a fora
Toda vida, o dia inteiro
Não seria exagero
Se depender de mim eu vou até o fim

Cada célula, todo fio de cabelo
Falando assim parece um exagero
Mas se depender de mim eu vou até o fim
Até o fim

Não vim até aqui pra desistir agora
Não vim até aqui pra desistir agora
Eu não vim até aqui pra desistir...
Originalmente gravada em 2003 no CD Dançando No Campo Minado
3x4
(Humberto Gessinger)
Universal Music Publishing
Diga a verdade ao menos uma vez na vida
Você se apaixonou pelos meus erros
Não fique pela metade
Vá em frente, minha amiga
Destrua a razão desse beco sem saída

Diga a verdade
Ponha o dedo na ferida
Você se apaixonou pelos meus erros
Eu perdi as chaves
Mas que cabeça a minha!
Agora vai ter que ser para toda a vida
Somos o que há de melhor
Somos o que dá pra fazer
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher
Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho
Feitos um pr'o outro... feitos pra durar
Uma luz que não produz sombra
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher
Somos o que há de melhor
Somos o que há pra fazer
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher
Originalmente gravada em 1999 no Cd ¡Tchau Radar!
ROCK YOUR BABIES COLETÂNEAS COLEÇÕES NA MÍDIA LOJA
ROCK YOUR BABIES COLETÂNEAS COLEÇÕES NA MÍDIA LOJA
Clique para ver como era a música na versão original e como ela ficou no arranjo Rock Your Babies

(atenção: os sons de crianças e bebês nestes audios não constam das canções existentes nos CDs)
O rock brasileiro foi até o sul do país para nos presentear com uma das melhores bandas, o Engenheiros do Hawaii. Na figura de seu bandleader Humberto Gessinger, fãs de todos os cantos se identificaram com seus versos e filosofias. As boas letras da banda servem de inspiração para nossos bebês agora. E o papo começa bem reto com Pra Ser Sincero, faixa do O Papa É Pop, que abre nosso Rock Your Babies especial da banda gaúcha. Em seguida, viajamos nas descobertas que todas crianças terão em Somos Quem Podemos Ser. Se as nuvens são feitas de algodão ou não, pouco importa, pois logo em seguida ouvimos Parabólica, canção que Humberto fez para sua filha. Treze anos depois, os dois fizeram um dueto na música Pose (anos 90) e essa relação paterna é uma inspiração para todos nós. Chegamos à Infinita Highway, perfeita para aqueles que gostam de longas viagens com a família cantando juntos suas canções favoritas. E esta é uma das mais emblemáticas desta banda. Outro grande sucesso foi Muros e Grades, de 1991, e o Rock Your Babies não poderia deixar de fora esta canção com um arranjo bem legal para seu filhote conhecer, assim como Piano Bar, do mesmo disco, Várias Variáveis. E tem ainda Terra de Gigantes, onde não demorará para que nossos filhos tenham uma guitarra elétrica, para nosso total orgulho. Agora, se tem a hora de dormir, do banho, então também tem a hora da papinha. Que tal uma Sopa de Letrinhas para fazer o fundo musical? Em seguida, desfrute o olhar de seu filho cantando você precisa de alguém que te dê Segurança. Você sabe bem quem é esse alguém, né? Encerramos o disco com dois clássicos do grupo do final dos anos 90 e começo dos anos 2000: Até o Fim e 3x4. A primeira é uma declaração clara de quem não desiste por nada desse mundo. E nossos filhos, nessas horas, são nosso maior motivo! E a segunda resume em dois versos a relação entre pais e filhos: feitos um pro outro, feitos pra durar. Tri legal, tchê!
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j Deslize o dedo sobre as capas para ver mais k


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